Guia de Feedback para líderes: roteiros práticos para engajar sua equipe

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Por que a cultura de Feedback é vital para sua empresa?

Feedback é comunicação estruturada que revela pontos positivos e oportunidades de melhoria, orientando comportamento e reforçando valores da empresa.

A falta de feedback e de comunicação é um dos principais fatores que elevam significativamente as taxas de rotatividade (turnover) nas empresas, impactando o engajamento e a retenção de talentos.

Saiba como transformar conversas difíceis em alavancas de produtividade.

Benefícios para sua empresa

Ao tornar o feedback parte da rotina, sua organização conquista:

Por que o feedback precisa ser diário?

Ao tornar o feedback parte da rotina, sua organização conquista um ambiente mais transparente e colaborativo.

As equipes se sentem valorizadas, os conflitos diminuem e os resultados aparecem mais rápido. Além disso, o feedback fortalece a cultura organizacional e ajuda cada colaborador a entender exatamente onde pode evoluir.

Quais são os tipos de feedback?

Formal

É um processo pontual e agendado.

Informal

Ocorre continuamente no dia a dia.

Positivo

Quando se deseja repetição do comportamento. Ele pode ter efeitos curativos e ajudar a pessoa a superar obstáculos em sua vida

Corretivo

Quando se deseja mudança de comportamento. Você sinaliza um determinado caminho a seguir com base em normas, regras e contexto.

Insuficiente

É vago, sem propósito, gera uma resposta mínima e nenhum impacto, por exemplo: “É isso aí!”, “Muito bem!”, “Meus parabéns!”.

Ofensivo

Você ridiculariza, menospreza, é agressivo ou diminui o receptor. Atenção! Esse tipo de feedback pode causar danos à personalidade e à autoestima das pessoas.

Lembre-se: A maneira com que se dá o feedback, está intimamente relacionada à receptividade e eficácia do mesmo.

Como dar um bom feedback

Dar feedback é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Algumas boas práticas incluem:

Nosso e-book traz um roteiro completo para preparar, conduzir e finalizar conversas de feedback de forma construtiva.

Dificuldades em receber feedback

Não chame um Arquivista de Especialista em Arquivos!

Vivemos em uma cultura onde é difícil aceitar nossas ineficiências e ainda mais admiti-las para outros publicamente. Sendo assim, abaixo é citado por que muitas pessoas têm dificuldades em receber feedback:

Sob a influência de medos inconscientes, as duas partes tendem a entrar num modo defensivo.

A cultura de feedback não está trazendo resultados para a sua equipe?

Tenha uma ferramenta para criar culturas de alta performance.

Nunca se esqueça de que críticas devem ser feitas reservadamente, mas elogios podem ser públicos!

Ser específico e não generalista não cria dúvidas ou falsas expectativas durante o processo. Apresente exemplos e argumentos palpáveis!

Não faça com que esta conversa pareça que você quer “derrubar” a pessoa, quebre o gelo e inicie sempre com expressões amigáveis.

Não elogie demais, nem critique demais. Para ser construtivo, o feedback não pode ser “puxão de orelha” nem tampouco “jogar confete”. Equilibre sua análise ressaltando os pontos fortes e os pontos a serem desenvolvidos.

Mostre como o processo realizado pelo ouvinte poderia ter tido um resultado melhor. Apenas dizer que algo não deu certo, sem comentários consistentes, deixa o feedback sem sentido. É necessário sinalizar o que pode e deve ser feito para melhorar.

Mostre estar aberto para trocar ideias e procure entender se existem fatores desconhecidos por você que podem estar afetando o desempenho.

Para garantir que o feedback seja construtivo e gere evolução, é fundamental abandonar qualquer tom de acusação. O foco nunca deve ser a pessoa, mas sim o comportamento ou a situação específica que precisa de atenção.

Mantenha a percepção de como o ouvinte reage às suas colocações. A expressão facial irá orientá-lo se o feedback está sendo construtivo ou apenas complicando uma situação que poderia ser contornada sem grandes “atropelos” de comunicação.

Quem fala também deve estar preparado a escutar a outra parte. Uma comunicação unilateral não surte os melhores efeitos, por isso, esteja pronto para ver o “outro lado da moeda”.

O feedback faz mais sentido quando é fornecido pouco tempo após o comportamento sobre o qual se espera retorno. Não guarde por meses algo importante a dizer, porém se a situação for de estresse, tratar do tema quando os ânimos ainda estão alterados só piora as coisas.

Dar o foco em comportamentos, e não em pessoas, possibilita uma análise e medição. Não compare o ouvinte com outras pessoas!

Faça perguntas e seja paciente e bom ouvinte das respostas.

Fazer anotações é importante tanto para quem dá quanto para quem recebe o feedback, pois assim nenhum fator importante será esquecido. Ao final da conversa, releia os compromissos e estipule pontos de controle.

Um bom feedback não é uma conversa de conselhos ou opinião. Fale somente sobre o que você está vendo.

Ser específico e não generalista não cria dúvidas ou falsas expectativas durante o processo. Apresente exemplos e argumentos palpáveis!

Não faça com que esta conversa pareça que você quer “derrubar” a pessoa, quebre o gelo e inicie sempre com expressões amigáveis.

Não elogie demais, nem critique demais. Para ser construtivo, o feedback não pode ser “puxão de orelha” nem tampouco “jogar confete”. Equilibre sua análise ressaltando os pontos fortes e os pontos a serem desenvolvidos.

Mostre como o processo realizado pelo ouvinte poderia ter tido um resultado melhor. Apenas dizer que algo não deu certo, sem comentários consistentes, deixa o feedback sem sentido. É necessário sinalizar o que pode e deve ser feito para melhorar.

Mostre estar aberto para trocar ideias e procure entender se existem fatores desconhecidos por você que podem estar afetando o desempenho.

Para garantir que o feedback seja construtivo e gere evolução, é fundamental abandonar qualquer tom de acusação. O foco nunca deve ser a pessoa, mas sim o comportamento ou a situação específica que precisa de atenção.

Mantenha a percepção de como o ouvinte reage às suas colocações. A expressão facial irá orientá-lo se o feedback está sendo construtivo ou apenas complicando uma situação que poderia ser contornada sem grandes “atropelos” de comunicação.

Quem fala também deve estar preparado a escutar a outra parte. Uma comunicação unilateral não surte os melhores efeitos, por isso, esteja pronto para ver o “outro lado da moeda”.

O feedback faz mais sentido quando é fornecido pouco tempo após o comportamento sobre o qual se espera retorno. Não guarde por meses algo importante a dizer, porém se a situação for de estresse, tratar do tema quando os ânimos ainda estão alterados só piora as coisas.

Dar o foco em comportamentos, e não em pessoas, possibilita uma análise e medição. Não compare o ouvinte com outras pessoas!

Faça perguntas e seja paciente e bom ouvinte das respostas.

Fazer anotações é importante tanto para quem dá quanto para quem recebe o feedback, pois assim nenhum fator importante será esquecido. Ao final da conversa, releia os compromissos e estipule pontos de controle.

Um bom feedback não é uma conversa de conselhos ou opinião. Fale somente sobre o que você está vendo.

Erros comuns no feedback

O pior erro é não dar feedback, mas também é comum só se dar feedback negativo ou só dar o positivo quando precisa dar feedback corretivo, além de acabar sendo emotivo ou pessoal. Não se esqueça de deixar um espaço para ocorrerem as melhorias propostas e desta forma avaliar o resultado do feedback.

Efeito Halo

Tendência a considerar todos os aspectos da avaliação baseado numa ideia inicial sobre o avaliado. Essa ideia pode ser positiva ou negativa.

Efeito sequencial

Tendência a avaliar um item de maneira similar ao item anterior.

Efeito similaridade

Tendência a avaliar positivamente aspectos ou temas que você gosta ou domina. As vezes pode ir ao outro extremo, avaliando muito negativamente os itens de domínio.

Efeito última semana

Tendência a considerar na avaliação somente os acontecimentos recentes relacionados ao avaliado.

Reações comuns ao feedback

As reações ao feedback normalmente variam entre quatro tipos diferentes, confira abaixo.

Negação

“Não, isso não é verdade.”
“Eu não fiz isso”

Indiferença

Isto não me afeta nem um pouco…”
“Entrou por um ouvido e saiu pelo outro”

Raiva

“Como podem pensar isto de mim?”
“Quem é ele para me julgar?”

Aceitação e reflexão

“É, realmente já me disseram isso”

Como o Join RH facilita a prática de feedback?

O e-book mostra a teoria, mas o Join RH oferece a prática. Com o software, é possível registrar feedbacks em texto, áudio ou imagem, associá-los a competências e valores da empresa, configurar privacidade e acompanhar o histórico completo de cada colaborador.

Relatórios e indicadores consolidados dão visibilidade ao progresso e permitem integrar feedbacks à avaliação de desempenho, ao PDI e à matriz 9 Box.

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